O PEB (Programa Espacial Brasileiro) da AEB (Agência Espacial
Brasileira) vem sofrendo restrição de gastos desde 2002. Em 2003 por falha devido
à contenção de gastos ou por fatores externos, já que o Brasil não cedeu a base
aos EUA, então muito interessado na área e também temendo um governo de
esquerda no país com essa tecnologia, por coincidência ou não, ocorreu um
acidente e não houve mais interesse americano na área desde então. Mesmo sendo
a melhor área para lançamento da Terra com economia de 30% por lançamento, já
que o (CLA) Centro de Lançamento de Alcântara fica na linha do equador.
Talvez alguém lembre o desfecho da história, não houve tanto
IBOPE como o caso da casa de show em Santa Maria, mas inexplicavelmente foi atribuído
a uma simples faísca a explosão na área de lançamentos, destruindo tudo e matando
mais de 20 pessoas, entre as vítimas muitos doutores peças chaves no nosso
programa espacial que estagnou pelo acidente e mais cortes de orçamento..jpg)
Desde então o programa vem sendo reestruturado, reconstruído e repostos os cientistas mortos. Paradoxalmente a medida que o programa avança as verbas diminuem mais. Nosso pais é conhecidamente um péssimo incentivador e investidor em tecnologia, o custo total para finalizar a etapa de testes para o lançamento de foguetes VLM,VLS, veículo lançador de micro-satélites e satélites respectivamente seria menor que 20% da construção de um único estádios para a copa do mundo ou o preço de meio estádio do maracanã até 2022(700 milhões de reais). No entanto o governo federal restringe os gastos com o projeto, atrasando o desenvolvimento de novas pesquisas, tecnologias, geração de empregos, e de uma nova indústria nacional.
Isto tudo em médio prazo poderia além gerar economia com
lançamentos alugados poderia gerar lucros nos lançamentos satélites até externos,
em um mercado onde se paga o preço de não ter a tecnologia aos países que
sabiamente investiram nisto. Além da economia irá facilitar uma série de
pesquisas em diversas áreas para as universidades brasileiras ajudando assim ao
crescimento tecnológico e econômico nacional.
Postarei logo abaixo um vídeo da AEB e um link para assinar
uma petição para o andamento adequado do projeto, não levará nem o tempo que
gasto para ler este texto, desde já obrigado pela contribuição!
Não deixe de fazer sua parte, basta assinar.
Um pouco de demagogia agora:

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