quinta-feira, 28 de março de 2013

Brasil "Um país de pés no chão"!


O PEB (Programa Espacial Brasileiro) da AEB (Agência Espacial Brasileira) vem sofrendo restrição de gastos desde 2002. Em 2003 por falha devido à contenção de gastos ou por fatores externos, já que o Brasil não cedeu a base aos EUA, então muito interessado na área e também temendo um governo de esquerda no país com essa tecnologia, por coincidência ou não, ocorreu um acidente e não houve mais interesse americano na área desde então. Mesmo sendo a melhor área para lançamento da Terra com economia de 30% por lançamento, já que o (CLA) Centro de Lançamento de Alcântara fica na linha do equador.
Talvez alguém lembre o desfecho da história, não houve tanto IBOPE como o caso da casa de show em Santa Maria, mas inexplicavelmente foi atribuído a uma simples faísca a explosão na área de lançamentos, destruindo tudo e matando mais de 20 pessoas, entre as vítimas muitos doutores peças chaves no nosso programa espacial que estagnou pelo acidente e mais cortes de orçamento.








Desde então o programa vem sendo reestruturado, reconstruído e repostos os cientistas mortos. Paradoxalmente a medida que o programa avança as verbas diminuem mais. Nosso pais é conhecidamente um péssimo incentivador e investidor em tecnologia, o custo total para finalizar a etapa de testes para o lançamento de foguetes VLM,VLS, veículo lançador de micro-satélites e satélites respectivamente seria menor que 20% da construção de um único estádios para a copa do mundo ou o preço de meio estádio do maracanã até 2022(700 milhões de reais). No entanto o governo federal restringe os gastos com o projeto, atrasando o desenvolvimento de novas pesquisas, tecnologias, geração de empregos, e de uma nova indústria nacional.



Isto tudo em médio prazo poderia além gerar economia com lançamentos alugados poderia gerar lucros nos lançamentos satélites até externos, em um mercado onde se paga o preço de não ter a tecnologia aos países que sabiamente investiram nisto. Além da economia irá facilitar uma série de pesquisas em diversas áreas para as universidades brasileiras ajudando assim ao crescimento tecnológico e econômico nacional.
Postarei logo abaixo um vídeo da AEB e um link para assinar uma petição para o andamento adequado do projeto, não levará nem o tempo que gasto para ler este texto, desde já obrigado pela contribuição!

Não deixe de fazer sua parte, basta assinar.
Um pouco de demagogia agora: